Cartier - Roadster (50ML)
Cartier - Roadster (50ML)
Cartier - Roadster (50ML)
Descubra o Cartier - Roadster (50ML), um perfume masculinos da marca cartier. Fragrância única e envolvente para quem busca sofisticação e elegância.
Características
- Marca: cartier
- Categoria: Masculinos
- Volume: 50ML
Produto original importado. Garantia de autenticidade.
Avaliações de Clientes
Quer saber? Mudei de opinião! Se bem que aqui no fragrântica, a maioria deve ter pelo menos um perfume que no início torceu o nariz. Se ainda não, vai acontecer em algum momento. haha O meu caso recente é com este, Roadster Cartier. Um cheiro que quanto conheci não me agradou; nem desagradou totalmente. Então esqueci dele por um bom tempo. Mas, esse ano comprei um frasco, quase no impulso. E que bom que fiz isso. A saída, a secagem, a projeção e longevidade, tudo me agrada agora. Muito versátil também, apesar de cair melhor com trajes formais. Certo dia fui elogiado duas vezes pela esposa, em um outro dia ela pediu pra eu usar de novo. Coisa rara de acontecer. Eu achava seu cheiro difícil, mas como disse acima, mudei de opinião. Já não é a primeira vez que passo por isso. Experimentei na pele, literalmente, que tem perfumes que escolhem a gente.
Descontinuado em 2020, Roadster é bem simples, o que é diferente de ser comum. Roadster é um perfume terroso e amargo. Se engana quem olha a hortelã e pensa que é uma hortelã fresca ou vê a baunilha listada na pirâmide e pensa que é doce. A sensação é de folhas secas caídas na terra. As notas chave a meu ver são hortelã (amargo como uma folha amassada), patchouli (terroso e verde), vetiver (terroso e seco) e ládano (resinoso e esfumaçado). Roadster é um perfume verde e amadeirado, uma espécie de amadeirado barbershop modernizado. A ideia é a mesma de perfumes de nicho como Creed Viking, Tom Ford Beau de Jour e Amouage Beach Hut; todos eles são amadeirados verdes meio retrô, sendo tentativas de modernização da perfumaria clássica. A comparação mais precisa, no entanto, seria com Terre D'Hermes; Roadster e Terre são perfumes sérios, amargos, amadeirados frescos mas densos - em um laranja amarga, no outro hortelã amarga. Em termos de uso, vejo Roadster como um perfume formal. Tal como comparei ao Terre, acho que as ocasiões de uso e clima são similares. Eu recomendaria ele sobretudo para uso diurno em ambiente de trabalho ou situações formais, sendo para isso versátil para todas as estações. Com relação a performance noto algo muito estranho no Roadster: em temperaturas abaixo de 22 graus ele sempre fixa em mim 10h+ sem nenhum problema, e projeta de modo moderado; no entanto, em temperaturas acima de 25 graus, principalmente quando se aproxima dos 30 graus, ele mal fixa 4h com projeção intimista. No calor ele não desandou ou pesou, mas simplesmente sumiu - e isso me causou estranhamento, pois foi uma grande diferença. Para tirar as dúvidas o levei quando viajei recentemente, peguei climas mais frios e a fixação era enorme, mas voltando para casa no verão, observei novamente uma fixação muito ruim. Isso reforça ainda mais minha impressão sobre as ocasiões de uso, para mim ele brilha no outono e inverno para uso diurno cotidiano, ou para uso no trabalho em ambientes climatizados, podendo aí ser utilizado o ano inteiro. Para concluir, segue abaixo sua pirâmide expandida: Saída: hortelã, bergamota. Corpo: lavanda, patchouli. Base: vetiver, cashmere, baunilha, ládano, iso e super.
O Roadster é meu perfume da vida. Conheci ali por volta de 2009 e foi paixão instantânea. Perfume exótico, de personalidade forte. Ele me remete a uma Mercedes 300SL ou um Jaguar E-Type, roadsters, clássicos de luxo carregados de materiais nobres e densos muito bem envelhecidos, rodando numa estrada ao meio de uma floresta logo após a chuva de uma tarde de primavera, luva de couro no volante de madeira e Cartier Roadster Cronograph no pulso (viajei hein). Perfume fresco, aromático e revigorante, mas ao mesmo tempo é sério e muito classudo. Refinadíssimo e tem uma certa imponência, cheiro de grana alta, alma clássica de Cartier. Parece ter uma construção "bobinha" pelas notas apresentadas, mas a combinação dos ingredientes é bem inesperada, dando essa personalidade forte e exótica. Não se parece com nada, aroma único e bem complicado de descrever. Tem vezes que aparece pouco linear com algumas notas brincando na evolução e também varia com a temperatura e o tipo de pele. Blind perigoso, quase obrigatório testar antes. É do tipo de perfume que te escolhe, e não o contrário. Já tive alguns amigos que compraram após sentirem em mim, mas em alguns deles não deu certo e pude notar a clara diferença na evolução em outras peles. O bom foi que fiquei com todos os frascos dos arrependidos ehehe Ao que percebo, saída bem fresca, hortelã amarguinho recém colhido e um pouco de cítrico. Logo vem o patchouli com vetiver numa dupla amadeirada terrosa que vai assentando o perfume num tom mais fechado. O patchouli nele não é nada herbal, remete mais à raiz da planta com aquele aroma mais seco e incensado. A baunilha é fava natural purinha, terrosa e nada doce, ela parece se fundir com o ládano dando uma "encerada" no conjunto. Também sinto um tom meio emborrachado no fundo que lembra couro de carro de luxo. Tem uma naturalidade absurda em algumas notas e traz cheiros clássicos por cima de uma base futurista e meio indistinguível, talvez isso dê o caráter exótico. O frasco é uma arte à parte. É como se fosse um pedaço retirado de um relógio Roadster (sim, a Cartier tem uma linha de relógios com este nome, assim como Pasha, Santos, etc.), mais precisamente a coroa com a lupa da data. Pra mim, um amante de relógios, é a cereja do bolo. Na posição horizontal, deitado, é uma decoração finíssima pra qualquer ambiente. Algo nas resenhas anteriores me estranhou: pessoas que o sentiram muito doce. Não consigo imaginar onde está o lado doce, ele é bem terroso e até amargo. Tem um tom resinado de fundo, mas só. Mas pela personalidade dele, vai saber, às vezes mostra lados ocultos pra outras pessoas, como fez com meus amigos. Acho isso bem artístico... e instável das ideias. Gosto de perfume "entidade" e esse é um deles. Perfeito para dias com temperatura amena, marca presença por umas 2h e depois fica mais calmo, porém sempre notável a quem estiver próximo (e sempre muito bem recebido). Fixa por umas 10h tranquilamente. Bem versátil, mas pede uma certa elegância, vai bem de camiseta e bermuda até terno completo. No calor excessivo pode sufocar e no frio ele fica meio tímido. Eu aprendi a domar o Roadster e virou meu perfume assinatura dos últimos 10 anos. É o cheiro que mais me faz bem, nenhum outro traz a mesma sensação. Mas no momento estou com medo de ficar órfão. Vi que a Cartier o retirou de catálogo em 2020, espero que não seja descontinuado. Parar de fabricar um p*ta perfume desse com pouco mais de 10 anos de produção é sacanagem. Até hoje não achei nada parecido com ele em outras casas.
Difícil avaliar o Roadster Cartier. Terminei um decant de 10ml e ainda não sabia se era bom, se fazia o meu tipo, se compraria um ou ficava só na minha lembrança. É o primeiro que me deixou embaraçado. Ele tem identidade, desconheço perfume parecido. Muito cuidado com o blind, experimente antes. Não vá com "sede ao pote" pensando que encontrará uma menta do tipo Halls, Trident ou creme dental, ele não é tão "ice" assim. Apesar da nota, tem uma baunilha bem tímida, contrapondo com o embate entre a menta e o vetiver sobre quem dos dois destaca mais. Quem sou eu perto da perfumista que o criou, mas se tivesse que fazer uma pergunta a mesma, seria: precisava desse vetiver, ainda mais tão potente? Talvez eu que não captei a proposta desse Roadster. Não é pra ser usado debaixo do sol, não compete com fragrâncias notoriamente cítricas ou aquáticas, é um perfume sério e para ocasiões mais formais, reuniões, casamentos, igreja e afins. Às vezes, penso em adquirir um frasco, "só" preciso convencer a outra parte de mim que não curtiu tanto assim.
Roadster tem uma das aberturas mais espetaculares dentre as fragrâncias da minha coleção. Uma menta sofisticada, luxuosa, bem trabalhada. Mas o encanto para por aí. Na secagem, ele torna-se um abaunilhado quase comum e sem muito charme. Se as notas do meio tivessem sido melhor elaboradas, Roadster estaria no meu top 5. Ainda assim, é uma ótima fragrância, que vale pela suas duas horas iniciais. Seu frasco é muito original: pode-se deixá-lo em pé ou deitado. Mas penso que esta última posição coaduna mais com o nome da fragrância, pois o frasco fica parecendo um bólido veloz e futurista. Tive a sorte de encontrar um tester com tampa, por um preço irresistível. Um perfume com menta que abre e evolui de maneira satisfatória, ao menos para mim, é o M7 Fresh (acho que foi descontinuado). Correção : onde consta M7 Fresh, leia-se Live Jazz.
Quer saber? Mudei de opinião! Se bem que aqui no fragrântica, a maioria deve ter pelo menos um perfume que no início torceu o nariz. Se ainda não, vai acontecer em algum momento. haha O meu caso recente é com este, Roadster Cartier. Um cheiro que quanto conheci não me agradou; nem desagradou totalmente. Então esqueci dele por um bom tempo. Mas, esse ano comprei um frasco, quase no impulso. E que bom que fiz isso. A saída, a secagem, a projeção e longevidade, tudo me agrada agora. Muito versátil também, apesar de cair melhor com trajes formais. Certo dia fui elogiado duas vezes pela esposa, em um outro dia ela pediu pra eu usar de novo. Coisa rara de acontecer. Eu achava seu cheiro difícil, mas como disse acima, mudei de opinião. Já não é a primeira vez que passo por isso. Experimentei na pele, literalmente, que tem perfumes que escolhem a gente.
Descontinuado em 2020, Roadster é bem simples, o que é diferente de ser comum. Roadster é um perfume terroso e amargo. Se engana quem olha a hortelã e pensa que é uma hortelã fresca ou vê a baunilha listada na pirâmide e pensa que é doce. A sensação é de folhas secas caídas na terra. As notas chave a meu ver são hortelã (amargo como uma folha amassada), patchouli (terroso e verde), vetiver (terroso e seco) e ládano (resinoso e esfumaçado). Roadster é um perfume verde e amadeirado, uma espécie de amadeirado barbershop modernizado. A ideia é a mesma de perfumes de nicho como Creed Viking, Tom Ford Beau de Jour e Amouage Beach Hut; todos eles são amadeirados verdes meio retrô, sendo tentativas de modernização da perfumaria clássica. A comparação mais precisa, no entanto, seria com Terre D'Hermes; Roadster e Terre são perfumes sérios, amargos, amadeirados frescos mas densos - em um laranja amarga, no outro hortelã amarga. Em termos de uso, vejo Roadster como um perfume formal. Tal como comparei ao Terre, acho que as ocasiões de uso e clima são similares. Eu recomendaria ele sobretudo para uso diurno em ambiente de trabalho ou situações formais, sendo para isso versátil para todas as estações. Com relação a performance noto algo muito estranho no Roadster: em temperaturas abaixo de 22 graus ele sempre fixa em mim 10h+ sem nenhum problema, e projeta de modo moderado; no entanto, em temperaturas acima de 25 graus, principalmente quando se aproxima dos 30 graus, ele mal fixa 4h com projeção intimista. No calor ele não desandou ou pesou, mas simplesmente sumiu - e isso me causou estranhamento, pois foi uma grande diferença. Para tirar as dúvidas o levei quando viajei recentemente, peguei climas mais frios e a fixação era enorme, mas voltando para casa no verão, observei novamente uma fixação muito ruim. Isso reforça ainda mais minha impressão sobre as ocasiões de uso, para mim ele brilha no outono e inverno para uso diurno cotidiano, ou para uso no trabalho em ambientes climatizados, podendo aí ser utilizado o ano inteiro. Para concluir, segue abaixo sua pirâmide expandida: Saída: hortelã, bergamota. Corpo: lavanda, patchouli. Base: vetiver, cashmere, baunilha, ládano, iso e super.
O Roadster é meu perfume da vida. Conheci ali por volta de 2009 e foi paixão instantânea. Perfume exótico, de personalidade forte. Ele me remete a uma Mercedes 300SL ou um Jaguar E-Type, roadsters, clássicos de luxo carregados de materiais nobres e densos muito bem envelhecidos, rodando numa estrada ao meio de uma floresta logo após a chuva de uma tarde de primavera, luva de couro no volante de madeira e Cartier Roadster Cronograph no pulso (viajei hein). Perfume fresco, aromático e revigorante, mas ao mesmo tempo é sério e muito classudo. Refinadíssimo e tem uma certa imponência, cheiro de grana alta, alma clássica de Cartier. Parece ter uma construção "bobinha" pelas notas apresentadas, mas a combinação dos ingredientes é bem inesperada, dando essa personalidade forte e exótica. Não se parece com nada, aroma único e bem complicado de descrever. Tem vezes que aparece pouco linear com algumas notas brincando na evolução e também varia com a temperatura e o tipo de pele. Blind perigoso, quase obrigatório testar antes. É do tipo de perfume que te escolhe, e não o contrário. Já tive alguns amigos que compraram após sentirem em mim, mas em alguns deles não deu certo e pude notar a clara diferença na evolução em outras peles. O bom foi que fiquei com todos os frascos dos arrependidos ehehe Ao que percebo, saída bem fresca, hortelã amarguinho recém colhido e um pouco de cítrico. Logo vem o patchouli com vetiver numa dupla amadeirada terrosa que vai assentando o perfume num tom mais fechado. O patchouli nele não é nada herbal, remete mais à raiz da planta com aquele aroma mais seco e incensado. A baunilha é fava natural purinha, terrosa e nada doce, ela parece se fundir com o ládano dando uma "encerada" no conjunto. Também sinto um tom meio emborrachado no fundo que lembra couro de carro de luxo. Tem uma naturalidade absurda em algumas notas e traz cheiros clássicos por cima de uma base futurista e meio indistinguível, talvez isso dê o caráter exótico. O frasco é uma arte à parte. É como se fosse um pedaço retirado de um relógio Roadster (sim, a Cartier tem uma linha de relógios com este nome, assim como Pasha, Santos, etc.), mais precisamente a coroa com a lupa da data. Pra mim, um amante de relógios, é a cereja do bolo. Na posição horizontal, deitado, é uma decoração finíssima pra qualquer ambiente. Algo nas resenhas anteriores me estranhou: pessoas que o sentiram muito doce. Não consigo imaginar onde está o lado doce, ele é bem terroso e até amargo. Tem um tom resinado de fundo, mas só. Mas pela personalidade dele, vai saber, às vezes mostra lados ocultos pra outras pessoas, como fez com meus amigos. Acho isso bem artístico... e instável das ideias. Gosto de perfume "entidade" e esse é um deles. Perfeito para dias com temperatura amena, marca presença por umas 2h e depois fica mais calmo, porém sempre notável a quem estiver próximo (e sempre muito bem recebido). Fixa por umas 10h tranquilamente. Bem versátil, mas pede uma certa elegância, vai bem de camiseta e bermuda até terno completo. No calor excessivo pode sufocar e no frio ele fica meio tímido. Eu aprendi a domar o Roadster e virou meu perfume assinatura dos últimos 10 anos. É o cheiro que mais me faz bem, nenhum outro traz a mesma sensação. Mas no momento estou com medo de ficar órfão. Vi que a Cartier o retirou de catálogo em 2020, espero que não seja descontinuado. Parar de fabricar um p*ta perfume desse com pouco mais de 10 anos de produção é sacanagem. Até hoje não achei nada parecido com ele em outras casas.
Difícil avaliar o Roadster Cartier. Terminei um decant de 10ml e ainda não sabia se era bom, se fazia o meu tipo, se compraria um ou ficava só na minha lembrança. É o primeiro que me deixou embaraçado. Ele tem identidade, desconheço perfume parecido. Muito cuidado com o blind, experimente antes. Não vá com "sede ao pote" pensando que encontrará uma menta do tipo Halls, Trident ou creme dental, ele não é tão "ice" assim. Apesar da nota, tem uma baunilha bem tímida, contrapondo com o embate entre a menta e o vetiver sobre quem dos dois destaca mais. Quem sou eu perto da perfumista que o criou, mas se tivesse que fazer uma pergunta a mesma, seria: precisava desse vetiver, ainda mais tão potente? Talvez eu que não captei a proposta desse Roadster. Não é pra ser usado debaixo do sol, não compete com fragrâncias notoriamente cítricas ou aquáticas, é um perfume sério e para ocasiões mais formais, reuniões, casamentos, igreja e afins. Às vezes, penso em adquirir um frasco, "só" preciso convencer a outra parte de mim que não curtiu tanto assim.
Roadster tem uma das aberturas mais espetaculares dentre as fragrâncias da minha coleção. Uma menta sofisticada, luxuosa, bem trabalhada. Mas o encanto para por aí. Na secagem, ele torna-se um abaunilhado quase comum e sem muito charme. Se as notas do meio tivessem sido melhor elaboradas, Roadster estaria no meu top 5. Ainda assim, é uma ótima fragrância, que vale pela suas duas horas iniciais. Seu frasco é muito original: pode-se deixá-lo em pé ou deitado. Mas penso que esta última posição coaduna mais com o nome da fragrância, pois o frasco fica parecendo um bólido veloz e futurista. Tive a sorte de encontrar um tester com tampa, por um preço irresistível. Um perfume com menta que abre e evolui de maneira satisfatória, ao menos para mim, é o M7 Fresh (acho que foi descontinuado). Correção : onde consta M7 Fresh, leia-se Live Jazz.