Banana Republic - 17 Oud Mosaic (75ML)
Banana Republic - 17 Oud Mosaic (75ML)
Banana Republic - 17 Oud Mosaic (75ML)
Descubra o Banana Republic - 17 Oud Mosaic (75ML), um perfume femininos da marca banana-republic. Fragrância única e envolvente para quem busca sofisticação e elegância.
Características
- Marca: banana-republic
- Categoria: Femininos
- Volume: 75ML
Produto original importado. Garantia de autenticidade.
Avaliações de Clientes
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos, ela era de leão e ele tinha dezesseis; ela fazia medicina e falava alemão e ele ainda nas aulinhas de inglês" Eu pensei em começar este texto falando em queijo com goiabada, ou arroz com feijão, ou ainda café com leite. O problema desses pares é que só de bater o olho a gente já sabe que combinam! Com Eduardo e Mônica, a gente precisou de toda uma jornada pra compreender que apesar das diferenças – e viva(m) as diferenças! – eles se completam e formam um par perfeito! Assim como apesar de todas as diferenças, rosa e oud formam um par perfeito na perfumaria! Tanto que, de memória – e quem me conheçe sabe que me falta memória –, eu lembro que na minha coleção tenho: Amyi VI (Amyi), Alchemists Oud (O Boticário), Essence Oud (Ferrari), CH Insignia Men (Carolina Herrera), Epices Sultanes e Oudh Sensuel (Comptoir Sud Pacifique), e Shades Wood (Armaf), entre outros. Todos com, em maior ou menor proporção, presença de rosa e oud! Da mesma forma que o 17 Oud Mosaic, da Banana Republic, outro rosa e oud da minha coleção – que na minha pele entrega mais oud do que rosa – que eu gosto demais de usar! Desde a abertura, muito por conta do açafrão – uma figurinha que gosta de visitar o casal rosa e oud, se é que vocês me entendem –, o aspecto amadeirado se destaca. No meu ponto de vista, todos os outros ingredientes trabalham de forma a oferecer um melhor ambiente, mais arredondado, orgânico, confortável para que o casal rosa e oud possam exibir a sinergia que os une. Essa não é uma fragrância que soa cara, nascida em berço esplêndido, mas a beleza do encontro entre rosa e oud, ainda que frugal ou com ingredientes singelos é sempre um acalanto pra mim! 17 Oud Mosaic, na minha pele, tem dissipação entre moderada e leve e duração abaixo do esperado, para um perfume com essa estrutura e concentração de fragrância (edp). Ainda assim, é uma companhia que eu gosto de ter ao meu lado. Até porque, "quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração"?
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos, ela era de leão e ele tinha dezesseis; ela fazia medicina e falava alemão e ele ainda nas aulinhas de inglês" Eu pensei em começar este texto falando em queijo com goiabada, ou arroz com feijão, ou ainda café com leite. O problema desses pares é que só de bater o olho a gente já sabe que combinam! Com Eduardo e Mônica, a gente precisou de toda uma jornada pra compreender que apesar das diferenças – e viva(m) as diferenças! – eles se completam e formam um par perfeito! Assim como apesar de todas as diferenças, rosa e oud formam um par perfeito na perfumaria! Tanto que, de memória – e quem me conheçe sabe que me falta memória –, eu lembro que na minha coleção tenho: Amyi VI (Amyi), Alchemists Oud (O Boticário), Essence Oud (Ferrari), CH Insignia Men (Carolina Herrera), Epices Sultanes e Oudh Sensuel (Comptoir Sud Pacifique), e Shades Wood (Armaf), entre outros. Todos com, em maior ou menor proporção, presença de rosa e oud! Da mesma forma que o 17 Oud Mosaic, da Banana Republic, outro rosa e oud da minha coleção – que na minha pele entrega mais oud do que rosa – que eu gosto demais de usar! Desde a abertura, muito por conta do açafrão – uma figurinha que gosta de visitar o casal rosa e oud, se é que vocês me entendem –, o aspecto amadeirado se destaca. No meu ponto de vista, todos os outros ingredientes trabalham de forma a oferecer um melhor ambiente, mais arredondado, orgânico, confortável para que o casal rosa e oud possam exibir a sinergia que os une. Essa não é uma fragrância que soa cara, nascida em berço esplêndido, mas a beleza do encontro entre rosa e oud, ainda que frugal ou com ingredientes singelos é sempre um acalanto pra mim! 17 Oud Mosaic, na minha pele, tem dissipação entre moderada e leve e duração abaixo do esperado, para um perfume com essa estrutura e concentração de fragrância (edp). Ainda assim, é uma companhia que eu gosto de ter ao meu lado. Até porque, "quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração"?
Moderno, perfume conceito. Oud e rosa sobressaem, mas são trabalhados de uma forma nada tradicional. Lembra fumaça, plástico, borracha, fábrica, uma mistura industrial de cheiros permeada pela roseira bruta e pela madeira cortada, moderno e viciante. Completamente compartilhável, para os ousados de todos os gêneros. Recomendo não comprar no escuro. ________________________________ Cinco horas de uso e as notas "sujas" se tornaram discretas, agora sobressaindo a rosa turca, menos amadeirada e mais feminina. ------------------------------------------------------------ Volto aqui anos depois de ter deixado esta resenha para registrar que o Alien Musc Mysterieux me lembra bastante o 17 Oud Mosaic: fumaça, calor, perfumes para o frio. Na minha pele ambos projetam bastante e duram pra sempre.
Moderno, perfume conceito. Oud e rosa sobressaem, mas são trabalhados de uma forma nada tradicional. Lembra fumaça, plástico, borracha, fábrica, uma mistura industrial de cheiros permeada pela roseira bruta e pela madeira cortada, moderno e viciante. Completamente compartilhável, para os ousados de todos os gêneros. Recomendo não comprar no escuro. ________________________________ Cinco horas de uso e as notas "sujas" se tornaram discretas, agora sobressaindo a rosa turca, menos amadeirada e mais feminina. ------------------------------------------------------------ Volto aqui anos depois de ter deixado esta resenha para registrar que o Alien Musc Mysterieux me lembra bastante o 17 Oud Mosaic: fumaça, calor, perfumes para o frio. Na minha pele ambos projetam bastante e duram pra sempre.
Demorei muito para conseguir escrever sobre essa obra. Foi meu primeiro contato com oud. É uma fragrância que exige mais do que nariz: exige estômago, memória, e uma certa coragem moral para ser digerida. Eu poderia tê-la rotulado facilmente como “odeio” e seguido em frente, se tivesse desistido no primeiro impacto. Mas não. No fundo, eu a odeio justamente por me fazer reconhecer algo em mim que eu preferiria negar: uma decadência íntima, uma carnalidade latente, um prazer vergonhoso em gostar de aromas desafiadores. Como pode esse perfume ter um aspecto industrial, lembrar em algum momento excrementos humanos, frutas fermentadas e àquilo que há de mais visceral na matéria viva... e ainda assim exercer um magnetismo quase místico? Esse aroma escava pensamentos primitivos, enterrados sob camadas de civilidade e os traz à superfície de forma velada, porém inescapável. Usar o Oud Mosaic é como vestir a própria animalidade e o horror não está no cheiro, mas em gostar dele. Não me entendam mal, essa tensão é intrínseca ao oud quando abraça o esotérico: rosa, açafrão, resinas, sombras incensadas que evocam algo sagrado. E que rosa cor-de-rosa sedutora e irresistível quando você a encontra! Há uma aura de templo, de ritual, de transcendência que paira sobre essa base animal e decadente. É o profano ajoelhado diante do sagrado, ou o sagrado contaminado pelo profano. Um encontro desconfortável, hipnótico, quase espiritual engarrafado nesse frasco.
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos, ela era de leão e ele tinha dezesseis; ela fazia medicina e falava alemão e ele ainda nas aulinhas de inglês" Eu pensei em começar este texto falando em queijo com goiabada, ou arroz com feijão, ou ainda café com leite. O problema desses pares é que só de bater o olho a gente já sabe que combinam! Com Eduardo e Mônica, a gente precisou de toda uma jornada pra compreender que apesar das diferenças – e viva(m) as diferenças! – eles se completam e formam um par perfeito! Assim como apesar de todas as diferenças, rosa e oud formam um par perfeito na perfumaria! Tanto que, de memória – e quem me conheçe sabe que me falta memória –, eu lembro que na minha coleção tenho: Amyi VI (Amyi), Alchemists Oud (O Boticário), Essence Oud (Ferrari), CH Insignia Men (Carolina Herrera), Epices Sultanes e Oudh Sensuel (Comptoir Sud Pacifique), e Shades Wood (Armaf), entre outros. Todos com, em maior ou menor proporção, presença de rosa e oud! Da mesma forma que o 17 Oud Mosaic, da Banana Republic, outro rosa e oud da minha coleção – que na minha pele entrega mais oud do que rosa – que eu gosto demais de usar! Desde a abertura, muito por conta do açafrão – uma figurinha que gosta de visitar o casal rosa e oud, se é que vocês me entendem –, o aspecto amadeirado se destaca. No meu ponto de vista, todos os outros ingredientes trabalham de forma a oferecer um melhor ambiente, mais arredondado, orgânico, confortável para que o casal rosa e oud possam exibir a sinergia que os une. Essa não é uma fragrância que soa cara, nascida em berço esplêndido, mas a beleza do encontro entre rosa e oud, ainda que frugal ou com ingredientes singelos é sempre um acalanto pra mim! 17 Oud Mosaic, na minha pele, tem dissipação entre moderada e leve e duração abaixo do esperado, para um perfume com essa estrutura e concentração de fragrância (edp). Ainda assim, é uma companhia que eu gosto de ter ao meu lado. Até porque, "quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração"?
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos, ela era de leão e ele tinha dezesseis; ela fazia medicina e falava alemão e ele ainda nas aulinhas de inglês" Eu pensei em começar este texto falando em queijo com goiabada, ou arroz com feijão, ou ainda café com leite. O problema desses pares é que só de bater o olho a gente já sabe que combinam! Com Eduardo e Mônica, a gente precisou de toda uma jornada pra compreender que apesar das diferenças – e viva(m) as diferenças! – eles se completam e formam um par perfeito! Assim como apesar de todas as diferenças, rosa e oud formam um par perfeito na perfumaria! Tanto que, de memória – e quem me conheçe sabe que me falta memória –, eu lembro que na minha coleção tenho: Amyi VI (Amyi), Alchemists Oud (O Boticário), Essence Oud (Ferrari), CH Insignia Men (Carolina Herrera), Epices Sultanes e Oudh Sensuel (Comptoir Sud Pacifique), e Shades Wood (Armaf), entre outros. Todos com, em maior ou menor proporção, presença de rosa e oud! Da mesma forma que o 17 Oud Mosaic, da Banana Republic, outro rosa e oud da minha coleção – que na minha pele entrega mais oud do que rosa – que eu gosto demais de usar! Desde a abertura, muito por conta do açafrão – uma figurinha que gosta de visitar o casal rosa e oud, se é que vocês me entendem –, o aspecto amadeirado se destaca. No meu ponto de vista, todos os outros ingredientes trabalham de forma a oferecer um melhor ambiente, mais arredondado, orgânico, confortável para que o casal rosa e oud possam exibir a sinergia que os une. Essa não é uma fragrância que soa cara, nascida em berço esplêndido, mas a beleza do encontro entre rosa e oud, ainda que frugal ou com ingredientes singelos é sempre um acalanto pra mim! 17 Oud Mosaic, na minha pele, tem dissipação entre moderada e leve e duração abaixo do esperado, para um perfume com essa estrutura e concentração de fragrância (edp). Ainda assim, é uma companhia que eu gosto de ter ao meu lado. Até porque, "quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração"?
Moderno, perfume conceito. Oud e rosa sobressaem, mas são trabalhados de uma forma nada tradicional. Lembra fumaça, plástico, borracha, fábrica, uma mistura industrial de cheiros permeada pela roseira bruta e pela madeira cortada, moderno e viciante. Completamente compartilhável, para os ousados de todos os gêneros. Recomendo não comprar no escuro. ________________________________ Cinco horas de uso e as notas "sujas" se tornaram discretas, agora sobressaindo a rosa turca, menos amadeirada e mais feminina. ------------------------------------------------------------ Volto aqui anos depois de ter deixado esta resenha para registrar que o Alien Musc Mysterieux me lembra bastante o 17 Oud Mosaic: fumaça, calor, perfumes para o frio. Na minha pele ambos projetam bastante e duram pra sempre.
Moderno, perfume conceito. Oud e rosa sobressaem, mas são trabalhados de uma forma nada tradicional. Lembra fumaça, plástico, borracha, fábrica, uma mistura industrial de cheiros permeada pela roseira bruta e pela madeira cortada, moderno e viciante. Completamente compartilhável, para os ousados de todos os gêneros. Recomendo não comprar no escuro. ________________________________ Cinco horas de uso e as notas "sujas" se tornaram discretas, agora sobressaindo a rosa turca, menos amadeirada e mais feminina. ------------------------------------------------------------ Volto aqui anos depois de ter deixado esta resenha para registrar que o Alien Musc Mysterieux me lembra bastante o 17 Oud Mosaic: fumaça, calor, perfumes para o frio. Na minha pele ambos projetam bastante e duram pra sempre.
Demorei muito para conseguir escrever sobre essa obra. Foi meu primeiro contato com oud. É uma fragrância que exige mais do que nariz: exige estômago, memória, e uma certa coragem moral para ser digerida. Eu poderia tê-la rotulado facilmente como “odeio” e seguido em frente, se tivesse desistido no primeiro impacto. Mas não. No fundo, eu a odeio justamente por me fazer reconhecer algo em mim que eu preferiria negar: uma decadência íntima, uma carnalidade latente, um prazer vergonhoso em gostar de aromas desafiadores. Como pode esse perfume ter um aspecto industrial, lembrar em algum momento excrementos humanos, frutas fermentadas e àquilo que há de mais visceral na matéria viva... e ainda assim exercer um magnetismo quase místico? Esse aroma escava pensamentos primitivos, enterrados sob camadas de civilidade e os traz à superfície de forma velada, porém inescapável. Usar o Oud Mosaic é como vestir a própria animalidade e o horror não está no cheiro, mas em gostar dele. Não me entendam mal, essa tensão é intrínseca ao oud quando abraça o esotérico: rosa, açafrão, resinas, sombras incensadas que evocam algo sagrado. E que rosa cor-de-rosa sedutora e irresistível quando você a encontra! Há uma aura de templo, de ritual, de transcendência que paira sobre essa base animal e decadente. É o profano ajoelhado diante do sagrado, ou o sagrado contaminado pelo profano. Um encontro desconfortável, hipnótico, quase espiritual engarrafado nesse frasco.