Ralph Lauren - Polo Green (125 ML)
Ralph Lauren - Polo Green (125 ML)
Ralph Lauren - Polo Green (125 ML)
Descubra o Ralph Lauren - Polo Green (125 ML), um perfume masculinos da marca Ralph Lauren. Fragrância única e envolvente para quem busca sofisticação e elegância.
Características
- Marca: Ralph Lauren
- Categoria: Masculinos
- Volume: 125 ML
Produto original importado. Garantia de autenticidade.
Avaliações de Clientes
Polo foi o perfume do meu pai Foi meu primeiro e único perfume importado durante anos Foi o perfume que usei em meu casamento Então obviamente é um perfume que tenho um apego emocional muito grande Mesmo assim entendo quem odeia. Definitivamente é um perfume que não esconde sua idade e não é para todos Tem cheiro de pai, de tio, de avô. De um homem mais velho, maduro e responsável. Ou pode ter o cheiro de um crápula, cafajeste, um homem que não presta. Tudo vai depender de quem o usa, e da sua memória olfativa com ele, pois você com certeza já sentiu esse cheiro em algum lugar Pense no cheiro de um estofado de couro de um carro antigo, que usa aqueles aromatizadores em formato de pinho. O dono já tem esse carro por décadas e cuida com muito zelo, mas não se importa em fumar seus charutos importados dentro dele, então esse estofado de couro está a anos absorvendo o cheiro de tabaco e de pinho. Esse é o cheiro do Polo pra mim, pinho bem verde e fresco com couro antigo e tabaco seco Só com essa descrição você já pode imaginar se irá te agradar ou não, dependendo da forma que essa imagem se formou na sua mente Para alguns é um clássico! Antigo sim, mas que mantém o seu respeito. Enquanto que para outros será a apenas o cheiro de algo velho e desagradável
É um clássico, perfume clássico do tio, do pai, do avô, até bisavô mesmo. Não é um perfume doce, moderno, mas o grupo que envolve Polo, Azzaro, Lapidus, Kouros (esse eu realmente acho tenebroso) e Paco Rabanne PH são perfumes antigos demais e que tem sua história pra perfumaria ser o que é hoje. Não acho que quem não goste é "Enzo", "Nutella", acho adjetivos muito primários pra definir gosto pessoal, mas pra perfumes dos anos 70 e 80 era o que se tinha se tratando de perfumaria, no feminino, era atalcado demais, ou floral demais, ou os dois... e se tornaram tão clássicos que os jovens daquela época ainda o usam com seus 60+ anos, por isso acham que é perfume de "velho", e sinceramente, não acho que combine com quem tem 15, 20, 25 anos, acima dos 25 depende da personalidade da pessoa. Eu particularmente gosto e muito do Polo! Mas cresci gostando dele, eu acredito que se hoje eu o borrifasse pela primeira vez, talvez não iria gostar. Era o perfume do meu avô, que faleceu em 1987, nem o conheci, mas de 1978 até o último dia de vida dele era o único que ele usava segundo meu pai e minha avó. Minha avó me deu o último frasco que ele usou, versão splash, datado de 1986, tem uns 20ml ainda. Quando eu era criança, na casa dela, pegava o Polo no armário, corria pra ela e pedia pra passar "perfume de hominho" como eu falava, e ela passava em mim. Foram muitas memórias construídas em torno dele, tanto que sempre o tive, já sequei vários frascos e não fico sem ele. Acho ele delicioso, mas pela história que tenho com ele, como disse, não acho que o conhecendo hoje iria gostar. Como a perfumaria se expandiu muito, só quem realmente gosta dos clássicos citados acima fica com eles. O Polo é um deles, ele não agrada muita gente tirando quem já o usa há muito tempo. Quem começou na perfumaria já numa era de perfumes muito adocicados não vai gostar. Vida longa ao Polo!
Eu também não gostava do Polo. Para um nariz noviço nesse hobby como o meu, ele era uma pancada. Muito amadeirado, fechado, aromático, denso. Antiquado. Entretanto, a mesma rejeição aconteceu com o Apotecário da Granado, e imediatamente lembrei de um dos mantras mais importantes da perfumaria: "A primeira impressão nem sempre é a que fica." Logo, dei mais chances. Passei na fita, na pele... e a mágica aconteceu mais uma vez. Aí eu entendi: este Polo é história engarrafada. Ele me remete a um tempo austero. Àquela época em que as escolas ainda usavam da palmatória e do milho cru para disciplinar seus alunos, quando o Ford Maverick era um dos carros do momento e aos "Anos de Chumbo" da ditadura. Essa energia foi transformada em essência aqui no Polo. Abre com um breve toque aberto, canforado e cítrico. Poucos minutos depois, já revela seu coração: uma mata fechada, iluminada timidamente pelo céu azul escuro de um finalzinho de tarde nublado, rodeada de madeiras úmidas. Você sente o cheiro da lenha sendo queimada num acampamento próximo. Quando o perfume está prestes a se despedir, volta a ficar mais fresco. Não é uma fragrância usada por quem deseja agradar, mas sim por quem simplesmente encontrou algo que o representa. Embora existam cavalheiros capazes de domar essa fera a ponto de utilizá-lo como assinatura, recomendo a nós, meros mortais, que usemos apenas em clima frio ou ameno e quando estivermos bem vestidos, pois é uma fragrância que cheira a requinte. Entendo perfeitamente quem odeia o Polo e só capta cigarro. Afinal, gostar dele nos dias de hoje é exceção, pois apesar das reformulações, é nítido que ele não buscou se atualizar. Por mais que seja um cheiro velho, se você provar e gostar, acredite em mim — independentemente de idade, você já tem porte pra usar o Polo. ----------- Um personagem para essa fragrância: Arthur Morgan de Red Dead Redemption 2
Perfume clássico , é de 1978 , eu tinha 9 anos , mas eu ⁴o conheci em 93 com 24 , é bem verde e amadeirado , agulhas de pinho , vetiver , tabaco , um de varios barbershops que foram tendência nos anos 70 até meados dos 80 , bom para usar no inverno , uma ou duas borrifadas no maximo , mesmo reformulado ele é potente , " menines" de narizinhos sensíveis fiquem longe , é um perfume amargo e verde , de docinho cliché não tem nada , infelizmente as corporações são assim , elas é quem constroem os gostos geracionais , não só pra perfume , é pra música , é pra roupas etc... o que hoje é moderninho , amanhã é velho , a hora dos perfumes docinhos gourmand vai chegar também , paciência ...Felizmente parece haver um revival , uma nova leva de perfumes mais modernos , mas com essa pegada verde , Apex de Rojas , Fou Da'bisinthe de L'artisan , São Paulo is Burning , Papiro , todos de nicho , e também o polo cologne , que venham mais , são perfumes que se bem dosados são sinônimo de elegância e requinte . O polo verde é como um filme noir preto e branco com Humphrey Bogarth , Sentado num bar speak easy com jazz ao fundo , fumando um cigarro com um copo de whiskey 🥃 na mão , um clássico em absoluto .
resenha feminina aqui! só usei o Polo uma vez, com pouquíssimas borrifadas num ambiente com ar-condicionado, emprestado do meu pai. sou uma mulher jovem e com aparência bem tradicionalmente feminina, e gosto desse contraste entre aparência e perfume. o Polo, especificamente, me fez sentir como um diplomata brasileiro dos anos 60: terno marrom, charuto cubano, móveis assinados por Sérgio Rodrigues, beber whisky e ler Guimarães Rosa depois do trabalho. falando mais diretamente da fragrância, assim como todo mundo que já sentiu esse perfume, sinto nele uma sensação de floresta densa e úmida. me lembra o cheiro de uma reserva de mata atlântica: madeira em decomposição, amargor vegetal e muito musgo. sinto bastante o gerânio nele também, uma nota que eu amo e que acredito que passa muito bem essa sensação de seriedade. o tabaco está bem presente do início ao fim, um daqueles tabacos de ótima qualidade, cheio de profundidade. essa nota pode ser desafiadora para algumas pessoas. para mim, que sou uma fumante casual, é mais agradável kkkkkkk em relação à duração e fixação, todos sabemos que ele tem uma performance astronômica, então não vou falar muito sobre isso. no geral, acredito que ele é um grande clássico por bons motivos. é uma fragrância realmente inesquecível. hoje em dia, ele é bem ame ou odeie, mas todo mundo que entende pelo menos um pouquinho de perfumes sabe reconhecê-lo imediatamente.
Polo foi o perfume do meu pai Foi meu primeiro e único perfume importado durante anos Foi o perfume que usei em meu casamento Então obviamente é um perfume que tenho um apego emocional muito grande Mesmo assim entendo quem odeia. Definitivamente é um perfume que não esconde sua idade e não é para todos Tem cheiro de pai, de tio, de avô. De um homem mais velho, maduro e responsável. Ou pode ter o cheiro de um crápula, cafajeste, um homem que não presta. Tudo vai depender de quem o usa, e da sua memória olfativa com ele, pois você com certeza já sentiu esse cheiro em algum lugar Pense no cheiro de um estofado de couro de um carro antigo, que usa aqueles aromatizadores em formato de pinho. O dono já tem esse carro por décadas e cuida com muito zelo, mas não se importa em fumar seus charutos importados dentro dele, então esse estofado de couro está a anos absorvendo o cheiro de tabaco e de pinho. Esse é o cheiro do Polo pra mim, pinho bem verde e fresco com couro antigo e tabaco seco Só com essa descrição você já pode imaginar se irá te agradar ou não, dependendo da forma que essa imagem se formou na sua mente Para alguns é um clássico! Antigo sim, mas que mantém o seu respeito. Enquanto que para outros será a apenas o cheiro de algo velho e desagradável
É um clássico, perfume clássico do tio, do pai, do avô, até bisavô mesmo. Não é um perfume doce, moderno, mas o grupo que envolve Polo, Azzaro, Lapidus, Kouros (esse eu realmente acho tenebroso) e Paco Rabanne PH são perfumes antigos demais e que tem sua história pra perfumaria ser o que é hoje. Não acho que quem não goste é "Enzo", "Nutella", acho adjetivos muito primários pra definir gosto pessoal, mas pra perfumes dos anos 70 e 80 era o que se tinha se tratando de perfumaria, no feminino, era atalcado demais, ou floral demais, ou os dois... e se tornaram tão clássicos que os jovens daquela época ainda o usam com seus 60+ anos, por isso acham que é perfume de "velho", e sinceramente, não acho que combine com quem tem 15, 20, 25 anos, acima dos 25 depende da personalidade da pessoa. Eu particularmente gosto e muito do Polo! Mas cresci gostando dele, eu acredito que se hoje eu o borrifasse pela primeira vez, talvez não iria gostar. Era o perfume do meu avô, que faleceu em 1987, nem o conheci, mas de 1978 até o último dia de vida dele era o único que ele usava segundo meu pai e minha avó. Minha avó me deu o último frasco que ele usou, versão splash, datado de 1986, tem uns 20ml ainda. Quando eu era criança, na casa dela, pegava o Polo no armário, corria pra ela e pedia pra passar "perfume de hominho" como eu falava, e ela passava em mim. Foram muitas memórias construídas em torno dele, tanto que sempre o tive, já sequei vários frascos e não fico sem ele. Acho ele delicioso, mas pela história que tenho com ele, como disse, não acho que o conhecendo hoje iria gostar. Como a perfumaria se expandiu muito, só quem realmente gosta dos clássicos citados acima fica com eles. O Polo é um deles, ele não agrada muita gente tirando quem já o usa há muito tempo. Quem começou na perfumaria já numa era de perfumes muito adocicados não vai gostar. Vida longa ao Polo!
Eu também não gostava do Polo. Para um nariz noviço nesse hobby como o meu, ele era uma pancada. Muito amadeirado, fechado, aromático, denso. Antiquado. Entretanto, a mesma rejeição aconteceu com o Apotecário da Granado, e imediatamente lembrei de um dos mantras mais importantes da perfumaria: "A primeira impressão nem sempre é a que fica." Logo, dei mais chances. Passei na fita, na pele... e a mágica aconteceu mais uma vez. Aí eu entendi: este Polo é história engarrafada. Ele me remete a um tempo austero. Àquela época em que as escolas ainda usavam da palmatória e do milho cru para disciplinar seus alunos, quando o Ford Maverick era um dos carros do momento e aos "Anos de Chumbo" da ditadura. Essa energia foi transformada em essência aqui no Polo. Abre com um breve toque aberto, canforado e cítrico. Poucos minutos depois, já revela seu coração: uma mata fechada, iluminada timidamente pelo céu azul escuro de um finalzinho de tarde nublado, rodeada de madeiras úmidas. Você sente o cheiro da lenha sendo queimada num acampamento próximo. Quando o perfume está prestes a se despedir, volta a ficar mais fresco. Não é uma fragrância usada por quem deseja agradar, mas sim por quem simplesmente encontrou algo que o representa. Embora existam cavalheiros capazes de domar essa fera a ponto de utilizá-lo como assinatura, recomendo a nós, meros mortais, que usemos apenas em clima frio ou ameno e quando estivermos bem vestidos, pois é uma fragrância que cheira a requinte. Entendo perfeitamente quem odeia o Polo e só capta cigarro. Afinal, gostar dele nos dias de hoje é exceção, pois apesar das reformulações, é nítido que ele não buscou se atualizar. Por mais que seja um cheiro velho, se você provar e gostar, acredite em mim — independentemente de idade, você já tem porte pra usar o Polo. ----------- Um personagem para essa fragrância: Arthur Morgan de Red Dead Redemption 2
Perfume clássico , é de 1978 , eu tinha 9 anos , mas eu ⁴o conheci em 93 com 24 , é bem verde e amadeirado , agulhas de pinho , vetiver , tabaco , um de varios barbershops que foram tendência nos anos 70 até meados dos 80 , bom para usar no inverno , uma ou duas borrifadas no maximo , mesmo reformulado ele é potente , " menines" de narizinhos sensíveis fiquem longe , é um perfume amargo e verde , de docinho cliché não tem nada , infelizmente as corporações são assim , elas é quem constroem os gostos geracionais , não só pra perfume , é pra música , é pra roupas etc... o que hoje é moderninho , amanhã é velho , a hora dos perfumes docinhos gourmand vai chegar também , paciência ...Felizmente parece haver um revival , uma nova leva de perfumes mais modernos , mas com essa pegada verde , Apex de Rojas , Fou Da'bisinthe de L'artisan , São Paulo is Burning , Papiro , todos de nicho , e também o polo cologne , que venham mais , são perfumes que se bem dosados são sinônimo de elegância e requinte . O polo verde é como um filme noir preto e branco com Humphrey Bogarth , Sentado num bar speak easy com jazz ao fundo , fumando um cigarro com um copo de whiskey 🥃 na mão , um clássico em absoluto .
resenha feminina aqui! só usei o Polo uma vez, com pouquíssimas borrifadas num ambiente com ar-condicionado, emprestado do meu pai. sou uma mulher jovem e com aparência bem tradicionalmente feminina, e gosto desse contraste entre aparência e perfume. o Polo, especificamente, me fez sentir como um diplomata brasileiro dos anos 60: terno marrom, charuto cubano, móveis assinados por Sérgio Rodrigues, beber whisky e ler Guimarães Rosa depois do trabalho. falando mais diretamente da fragrância, assim como todo mundo que já sentiu esse perfume, sinto nele uma sensação de floresta densa e úmida. me lembra o cheiro de uma reserva de mata atlântica: madeira em decomposição, amargor vegetal e muito musgo. sinto bastante o gerânio nele também, uma nota que eu amo e que acredito que passa muito bem essa sensação de seriedade. o tabaco está bem presente do início ao fim, um daqueles tabacos de ótima qualidade, cheio de profundidade. essa nota pode ser desafiadora para algumas pessoas. para mim, que sou uma fumante casual, é mais agradável kkkkkkk em relação à duração e fixação, todos sabemos que ele tem uma performance astronômica, então não vou falar muito sobre isso. no geral, acredito que ele é um grande clássico por bons motivos. é uma fragrância realmente inesquecível. hoje em dia, ele é bem ame ou odeie, mas todo mundo que entende pelo menos um pouquinho de perfumes sabe reconhecê-lo imediatamente.