Kenzo - Flower by Kenzo La Récolte Parisienne (40 ML)
Kenzo - Flower by Kenzo La Récolte Parisienne (40 ML)
Kenzo - Flower by Kenzo La Récolte Parisienne (40 ML)
Descubra o Kenzo - Flower by Kenzo La Récolte Parisienne (40 ML), um perfume femininos da marca Kenzo. Fragrância única e envolvente para quem busca sofisticação e elegância.
Características
- Marca: Kenzo
- Categoria: Femininos
- Volume: 40 ML
Produto original importado. Garantia de autenticidade.
Avaliações de Clientes
Não gostei desse, achei muito almíscarado e datado pro meu olfato, ao contrário do tradicional que considero moderno e versátil. Achei que pesou demais no almíscar (particularmente não gosto) e na dahalia que acabou deixando com cheiros de perfumes famosos da década de 80. (Quem gosta de almíscar e perfumes atalcados vai amar esse perfume, agora se você não gosta fuja!)
Saída poderosíssima! Chega a assustar. Dá a sensação de que vem uma bomba pela frente. Mas não: logo surge um lindo aroma de flores. Não sei reconhecer flores, mas sinto bastante a violeta.Também sinto o leve dulçor da mandarina. A saída, como eu disse, é poderosa, mas não me pareceu doce. Senti a saída apenas levemente adocicada devido ao aroma de suco de mandarina bem madura. Também não senti nada de cítrico na saída, porque a mandarina está praticamente um caldo adocicado, sem o aspecto cítrico. Senti sim alguma especiaria. Fui consultar a pirâmide e, de fato, tem pimenta rosa. Mas é bem pouquinho. Menos do que tem no Dylan Turquoise, de Versace. É uma pimentinha bem bem leve. Que cria um especiado muito suave. Nossa! Essa saída é mesmo interessante, linda e poderosa! Infelizmente aos poucos a coisa toda se perde: o perfume fica estranho e, para mim, bastante enjoativo. De um lado, surgiu um leve amargor. Um cheiro esquisito. Será a dália? Nunca senti cheiro de dália… De outro lado, a baunilha e a fava tonka vão tomando força e tudo passa do ponto para o meu gosto pessoal. Fica um fundo extremamente doce e por cima dele aquele cheiro amargo que não sei do que é. Esse amargor me incomodou muito. Não senti a rosa… Infelizmente este perfume não me agradou pois não gosto de perfumes doces. Mas claro que é apenas meu gosto pessoal. Certamente haverá quem saiba apreciá-lo.
Saída poderosíssima! Chega a assustar. Dá a sensação de que vem uma bomba pela frente. Mas não: logo surge um lindo aroma de flores. Não sei reconhecer flores, mas sinto bastante a violeta.Também sinto o leve dulçor da mandarina. A saída, como eu disse, é poderosa, mas não me pareceu doce. Senti a saída apenas levemente adocicada devido ao aroma de suco de mandarina bem madura. Também não senti nada de cítrico na saída, porque a mandarina está praticamente um caldo adocicado, sem o aspecto cítrico. Senti sim alguma especiaria. Fui consultar a pirâmide e, de fato, tem pimenta rosa. Mas é bem pouquinho. Menos do que tem no Dylan Turquoise, de Versace. É uma pimentinha bem bem leve. Que cria um especiado muito suave. Nossa! Essa saída é mesmo interessante, linda e poderosa! Infelizmente aos poucos a coisa toda se perde: o perfume fica estranho e, para mim, bastante enjoativo. De um lado, surgiu um leve amargor. Um cheiro esquisito. Será a dália? Nunca senti cheiro de dália… De outro lado, a baunilha e a fava tonka vão tomando força e tudo passa do ponto para o meu gosto pessoal. Fica um fundo extremamente doce e por cima dele aquele cheiro amargo que não sei do que é. Esse amargor me incomodou muito. Não senti a rosa… Infelizmente este perfume não me agradou pois não gosto de perfumes doces. Mas claro que é apenas meu gosto pessoal. Certamente haverá quem saiba apreciá-lo.
Quando alguém borrifa este perfume, tudo desmorona. Toda a lógica, a química, a botânica e a metafísica. Porque esse perfume realiza um milagre que deveria ser proibido pelas leis da física, da estética e talvez do bom senso: ele consegue ser intensamente atalcado e profundamente almiscarado ao mesmo tempo. Como? COMO? Quem autorizou tamanha ousadia molecular? O talco normalmente pertence ao reino das lembranças, das gavetas antigas, das luvas de renda esquecidas dentro de uma cômoda onde repousam fotografias de pessoas mortas há cinquenta anos. Já o almíscar branco pertence ao corpo vivo. É pele. É calor. É respiração. É a delicadeza invisível da epiderme depois de um banho impossível de esquecer. Mas aqui os dois não brigam. Eles dançam. E dançam como se fossem irmãos separados no nascimento pela crueldade da tabela periódica. O resultado é tão belo que chega a ser ofensivo. A primeira centelha da pimenta rosa abre a porta da percepção como quem quebra uma janela de igreja para que os anjos aprendam a fumar. A mandarina amarela espalha luz líquida sobre tudo. Não é exatamente um cítrico. É um vitral transformado em aroma. Uma claridade que possui cheiro. Quando surge Dália, a incompreendida, aquela que passou séculos sendo admirada por jardineiros enquanto a perfumaria fingia não enxergá-la. Talvez porque a dália nunca quis ser uma rosa. Nunca quis ser um jasmim ou competir com ninguém. Floresce como quem conhece um segredo geológico. Cada pétala parece desenhada por um matemático apaixonado. Espirais dentro de espirais. Simetria quase obscena. A geometria finalmente decidindo abandonar a universidade para frequentar saraus decadentes iluminados por velas. A dália não possui um cheiro universalmente reconhecível na natureza como tantas outras flores. Na perfumaria, ela é uma construção poética. Uma hipótese aromática. Um sonho floral. Uma invenção artística destinada a representar sua personalidade visual mais do que uma extração literal. Nesse perfume Dália encontra a Rosa Damascena e ambas resolvem fundar uma pequena comuna estética onde a beleza deixa de obedecer às leis da utilidade. O grande acontecimento do o almíscar branco começa lentamente a surgi, coberto por um pó luminoso, macio, delicadíssimo. É como se milhares de partículas de talco fossem produzidas não por minerais, mas por nuvens. Nuvens que passaram décadas estudando balé. Esse efeito é simplesmente inacreditável. A pele parece envolvida por um tecido invisível: um cachecol repleto de fantasmas. Tudo fica branco e respirável, como um algodão recém-lavado secando ao vento. É o branco silencioso das primeiras horas da manhã quando até os pardais parecem falar em voz baixa. Paradoxalmente, o branco possui calor e pulsação. A baunilha e a fava tonka aproximam-se sem jamais transformar a composição numa sobremesa. Elas funcionam como o açúcar dentro do bolo de milho: ninguém percebe exatamente onde estão, mas basta retirá-las para que todo o edifício desmorone. Nada faz sentido. E justamente por isso tudo faz. A perfumaria, às vezes, produz fragrâncias bonitas. Mas uma vez a cada muitos anos surge uma criação que parece desafiar a própria linguagem. É o caso deste perfume. Por isso, obviamente não agradará o olfato de néscios. Esta improvável colisão entre talco e pele. Entre o pó delicadíssimo da infância e o calor íntimo da existência.
Achei o final dele bem parecido com o Flower original: um atalcado com rosas, mas com mais aconchego. Já o começo, achei um floral comum que aos poucos foi ficando mais interessante e com um cheiro diferente, acredito que foi a Dalia, já que nunca tinha sentido essa nota. Também senti um especiado da pimenta rosa. O Flower não precisa de mais versões, tá virando mais do mesmo.
Não gostei desse, achei muito almíscarado e datado pro meu olfato, ao contrário do tradicional que considero moderno e versátil. Achei que pesou demais no almíscar (particularmente não gosto) e na dahalia que acabou deixando com cheiros de perfumes famosos da década de 80. (Quem gosta de almíscar e perfumes atalcados vai amar esse perfume, agora se você não gosta fuja!)
Saída poderosíssima! Chega a assustar. Dá a sensação de que vem uma bomba pela frente. Mas não: logo surge um lindo aroma de flores. Não sei reconhecer flores, mas sinto bastante a violeta.Também sinto o leve dulçor da mandarina. A saída, como eu disse, é poderosa, mas não me pareceu doce. Senti a saída apenas levemente adocicada devido ao aroma de suco de mandarina bem madura. Também não senti nada de cítrico na saída, porque a mandarina está praticamente um caldo adocicado, sem o aspecto cítrico. Senti sim alguma especiaria. Fui consultar a pirâmide e, de fato, tem pimenta rosa. Mas é bem pouquinho. Menos do que tem no Dylan Turquoise, de Versace. É uma pimentinha bem bem leve. Que cria um especiado muito suave. Nossa! Essa saída é mesmo interessante, linda e poderosa! Infelizmente aos poucos a coisa toda se perde: o perfume fica estranho e, para mim, bastante enjoativo. De um lado, surgiu um leve amargor. Um cheiro esquisito. Será a dália? Nunca senti cheiro de dália… De outro lado, a baunilha e a fava tonka vão tomando força e tudo passa do ponto para o meu gosto pessoal. Fica um fundo extremamente doce e por cima dele aquele cheiro amargo que não sei do que é. Esse amargor me incomodou muito. Não senti a rosa… Infelizmente este perfume não me agradou pois não gosto de perfumes doces. Mas claro que é apenas meu gosto pessoal. Certamente haverá quem saiba apreciá-lo.
Saída poderosíssima! Chega a assustar. Dá a sensação de que vem uma bomba pela frente. Mas não: logo surge um lindo aroma de flores. Não sei reconhecer flores, mas sinto bastante a violeta.Também sinto o leve dulçor da mandarina. A saída, como eu disse, é poderosa, mas não me pareceu doce. Senti a saída apenas levemente adocicada devido ao aroma de suco de mandarina bem madura. Também não senti nada de cítrico na saída, porque a mandarina está praticamente um caldo adocicado, sem o aspecto cítrico. Senti sim alguma especiaria. Fui consultar a pirâmide e, de fato, tem pimenta rosa. Mas é bem pouquinho. Menos do que tem no Dylan Turquoise, de Versace. É uma pimentinha bem bem leve. Que cria um especiado muito suave. Nossa! Essa saída é mesmo interessante, linda e poderosa! Infelizmente aos poucos a coisa toda se perde: o perfume fica estranho e, para mim, bastante enjoativo. De um lado, surgiu um leve amargor. Um cheiro esquisito. Será a dália? Nunca senti cheiro de dália… De outro lado, a baunilha e a fava tonka vão tomando força e tudo passa do ponto para o meu gosto pessoal. Fica um fundo extremamente doce e por cima dele aquele cheiro amargo que não sei do que é. Esse amargor me incomodou muito. Não senti a rosa… Infelizmente este perfume não me agradou pois não gosto de perfumes doces. Mas claro que é apenas meu gosto pessoal. Certamente haverá quem saiba apreciá-lo.
Quando alguém borrifa este perfume, tudo desmorona. Toda a lógica, a química, a botânica e a metafísica. Porque esse perfume realiza um milagre que deveria ser proibido pelas leis da física, da estética e talvez do bom senso: ele consegue ser intensamente atalcado e profundamente almiscarado ao mesmo tempo. Como? COMO? Quem autorizou tamanha ousadia molecular? O talco normalmente pertence ao reino das lembranças, das gavetas antigas, das luvas de renda esquecidas dentro de uma cômoda onde repousam fotografias de pessoas mortas há cinquenta anos. Já o almíscar branco pertence ao corpo vivo. É pele. É calor. É respiração. É a delicadeza invisível da epiderme depois de um banho impossível de esquecer. Mas aqui os dois não brigam. Eles dançam. E dançam como se fossem irmãos separados no nascimento pela crueldade da tabela periódica. O resultado é tão belo que chega a ser ofensivo. A primeira centelha da pimenta rosa abre a porta da percepção como quem quebra uma janela de igreja para que os anjos aprendam a fumar. A mandarina amarela espalha luz líquida sobre tudo. Não é exatamente um cítrico. É um vitral transformado em aroma. Uma claridade que possui cheiro. Quando surge Dália, a incompreendida, aquela que passou séculos sendo admirada por jardineiros enquanto a perfumaria fingia não enxergá-la. Talvez porque a dália nunca quis ser uma rosa. Nunca quis ser um jasmim ou competir com ninguém. Floresce como quem conhece um segredo geológico. Cada pétala parece desenhada por um matemático apaixonado. Espirais dentro de espirais. Simetria quase obscena. A geometria finalmente decidindo abandonar a universidade para frequentar saraus decadentes iluminados por velas. A dália não possui um cheiro universalmente reconhecível na natureza como tantas outras flores. Na perfumaria, ela é uma construção poética. Uma hipótese aromática. Um sonho floral. Uma invenção artística destinada a representar sua personalidade visual mais do que uma extração literal. Nesse perfume Dália encontra a Rosa Damascena e ambas resolvem fundar uma pequena comuna estética onde a beleza deixa de obedecer às leis da utilidade. O grande acontecimento do o almíscar branco começa lentamente a surgi, coberto por um pó luminoso, macio, delicadíssimo. É como se milhares de partículas de talco fossem produzidas não por minerais, mas por nuvens. Nuvens que passaram décadas estudando balé. Esse efeito é simplesmente inacreditável. A pele parece envolvida por um tecido invisível: um cachecol repleto de fantasmas. Tudo fica branco e respirável, como um algodão recém-lavado secando ao vento. É o branco silencioso das primeiras horas da manhã quando até os pardais parecem falar em voz baixa. Paradoxalmente, o branco possui calor e pulsação. A baunilha e a fava tonka aproximam-se sem jamais transformar a composição numa sobremesa. Elas funcionam como o açúcar dentro do bolo de milho: ninguém percebe exatamente onde estão, mas basta retirá-las para que todo o edifício desmorone. Nada faz sentido. E justamente por isso tudo faz. A perfumaria, às vezes, produz fragrâncias bonitas. Mas uma vez a cada muitos anos surge uma criação que parece desafiar a própria linguagem. É o caso deste perfume. Por isso, obviamente não agradará o olfato de néscios. Esta improvável colisão entre talco e pele. Entre o pó delicadíssimo da infância e o calor íntimo da existência.
Achei o final dele bem parecido com o Flower original: um atalcado com rosas, mas com mais aconchego. Já o começo, achei um floral comum que aos poucos foi ficando mais interessante e com um cheiro diferente, acredito que foi a Dalia, já que nunca tinha sentido essa nota. Também senti um especiado da pimenta rosa. O Flower não precisa de mais versões, tá virando mais do mesmo.