Aurora Scents - Pharaoh (100 ML)
Aurora Scents - Pharaoh (100 ML)
Aurora Scents - Pharaoh (100 ML)
Descubra o Aurora Scents - Pharaoh (100 ML), um perfume perfumes árabes da marca Aurora Scents. Fragrância única e envolvente para quem busca sofisticação e elegância.
Características
- Marca: Aurora Scents
- Categoria: Perfumes Árabes
- Volume: 100 ML
Produto original importado. Garantia de autenticidade.
Avaliações de Clientes
Para quem busca uma fragrância que exale poder, mistério e autoridade, esse perfume é a opção certa. Pharaoh faz jus ao nome: é o perfume de quem governa o ambiente. A abertura é um soco de especiarias quentes — noz-moscada, cardamomo e muita canela. No coração, a lavanda traz um toque limpo e refinado, equilibrando a intensidade antes de dar lugar a uma base ultra-sofisticada de patchouli (adoro), vetiver do Haiti, sândalo e âmbar. É amadeirado, cremoso e levemente adocicado sem jamais ser enjoativo. Inspiração? Para quem busca uma referência, o Pharaoh caminha na mesmíssima vibe de designer como Sauvage Elixir (Dior) e Layton (Parfums de Marly). Tem aquela densidade especiada e sedutora que grita "perfume caro". Na minha pele a projeção foi de umas 2 horas (domina o ambiente, portanto, moderação). A fixação é alta: umas 10 horas. E o rastro, também, é marcante. Por isso, é facilmente um perfume candidato a se tornar assinatura, mesmo se você não quiser, pois será notado. Creio que esta fragrância terá um desempenho cada vez melhor quanto mais frio estiver formando um paradoxo simbólico curioso, já que associamos os Pharaohs ao Egito, que é um calorão cruel.
Talvez seja o especiado fresco com DNA de oriente médio mais usável e versátil para o calorão do Brasil para amantes do Sauvage Elixir, simplesmente apaixonado por esse perfume! Muito sofisticado, me parece bem limpo pelo frescor da lavanda apesar das especiarias como noz moscada e cardamomo, percebo acordes frutados e frescos que não constam na pirâmide, o perfume ULTRA agradável e fácil de usar. Não sinto quase a nota de canela. A Aurora Scents fez uma alquimia aqui: A de unir um perfume na proposta do Asad Lattafa onde à medida que retira a pimenta preta carregada e pontiguada de narizes sensíveis, o ambar quente, o tabaco e a baunilha, ela acresce mais noz-moscada e doses cavalares de lavanda. Não para por aí, imagine que essas matérias anteriores foram trocadas por outras de altíssima qualidade e naturalidade e sem perder a potência e fixação do Asad Lattafa à medida que se torna mais versátil que o próprio árabe. Elegante, versátil, oriental e agradabilidade maior 100000/10.
Um Asad turbinado e ainda mais refinado. O frasco é impecável, com uma tampa metálica pesada e muito bem trabalhada, transmitindo excelente qualidade e presença. A fragrância segue a mesma proposta do Lattafa Asad, porém com uma sensação de maior qualidade, além de apresentar fixação e projeção superiores. A abertura é bem especiada, destacando notas de noz-moscada e cardamomo, acompanhadas por um leve toque picante que lembra o próprio Asad. Aqui, no entanto, a saída parece um pouco mais quente e envolvente. Na evolução, surgem especiarias combinadas com um toque elegante de lavanda, que equilibra a composição e traz um contraste muito agradável entre frescor e calor. A base se desenvolve com nuances ambaradas e amadeiradas, criando uma assinatura marcante. A fragrância lembra bastante o DNA do Dior Sauvage e do próprio Lattafa Asad, porém com um perfil mais quente, mais sedutor e intenso. É uma verdadeira bomba em termos de projeção e presença, com ingredientes que aparentam ótima qualidade. De modo geral, todos os perfumes que testei da Aurora Scents demonstraram um nível muito bom de qualidade. A marca parece ter chegado com força, e o Pharaoh Aurora Scents é um excelente exemplo disso.
Para quem busca uma fragrância que exale poder, mistério e autoridade, esse perfume é a opção certa. Pharaoh faz jus ao nome: é o perfume de quem governa o ambiente. A abertura é um soco de especiarias quentes — noz-moscada, cardamomo e muita canela. No coração, a lavanda traz um toque limpo e refinado, equilibrando a intensidade antes de dar lugar a uma base ultra-sofisticada de patchouli (adoro), vetiver do Haiti, sândalo e âmbar. É amadeirado, cremoso e levemente adocicado sem jamais ser enjoativo. Inspiração? Para quem busca uma referência, o Pharaoh caminha na mesmíssima vibe de designer como Sauvage Elixir (Dior) e Layton (Parfums de Marly). Tem aquela densidade especiada e sedutora que grita "perfume caro". Na minha pele a projeção foi de umas 2 horas (domina o ambiente, portanto, moderação). A fixação é alta: umas 10 horas. E o rastro, também, é marcante. Por isso, é facilmente um perfume candidato a se tornar assinatura, mesmo se você não quiser, pois será notado. Creio que esta fragrância terá um desempenho cada vez melhor quanto mais frio estiver formando um paradoxo simbólico curioso, já que associamos os Pharaohs ao Egito, que é um calorão cruel.
Talvez seja o especiado fresco com DNA de oriente médio mais usável e versátil para o calorão do Brasil para amantes do Sauvage Elixir, simplesmente apaixonado por esse perfume! Muito sofisticado, me parece bem limpo pelo frescor da lavanda apesar das especiarias como noz moscada e cardamomo, percebo acordes frutados e frescos que não constam na pirâmide, o perfume ULTRA agradável e fácil de usar. Não sinto quase a nota de canela. A Aurora Scents fez uma alquimia aqui: A de unir um perfume na proposta do Asad Lattafa onde à medida que retira a pimenta preta carregada e pontiguada de narizes sensíveis, o ambar quente, o tabaco e a baunilha, ela acresce mais noz-moscada e doses cavalares de lavanda. Não para por aí, imagine que essas matérias anteriores foram trocadas por outras de altíssima qualidade e naturalidade e sem perder a potência e fixação do Asad Lattafa à medida que se torna mais versátil que o próprio árabe. Elegante, versátil, oriental e agradabilidade maior 100000/10.
Para quem busca uma fragrância que exale poder, mistério e autoridade, esse perfume é a opção certa. Pharaoh faz jus ao nome: é o perfume de quem governa o ambiente. A abertura é um soco de especiarias quentes — noz-moscada, cardamomo e muita canela. No coração, a lavanda traz um toque limpo e refinado, equilibrando a intensidade antes de dar lugar a uma base ultra-sofisticada de patchouli (adoro), vetiver do Haiti, sândalo e âmbar. É amadeirado, cremoso e levemente adocicado sem jamais ser enjoativo. Inspiração? Para quem busca uma referência, o Pharaoh caminha na mesmíssima vibe de designer como Sauvage Elixir (Dior) e Layton (Parfums de Marly). Tem aquela densidade especiada e sedutora que grita "perfume caro". Na minha pele a projeção foi de umas 2 horas (domina o ambiente, portanto, moderação). A fixação é alta: umas 10 horas. E o rastro, também, é marcante. Por isso, é facilmente um perfume candidato a se tornar assinatura, mesmo se você não quiser, pois será notado. Creio que esta fragrância terá um desempenho cada vez melhor quanto mais frio estiver formando um paradoxo simbólico curioso, já que associamos os Pharaohs ao Egito, que é um calorão cruel.
Talvez seja o especiado fresco com DNA de oriente médio mais usável e versátil para o calorão do Brasil para amantes do Sauvage Elixir, simplesmente apaixonado por esse perfume! Muito sofisticado, me parece bem limpo pelo frescor da lavanda apesar das especiarias como noz moscada e cardamomo, percebo acordes frutados e frescos que não constam na pirâmide, o perfume ULTRA agradável e fácil de usar. Não sinto quase a nota de canela. A Aurora Scents fez uma alquimia aqui: A de unir um perfume na proposta do Asad Lattafa onde à medida que retira a pimenta preta carregada e pontiguada de narizes sensíveis, o ambar quente, o tabaco e a baunilha, ela acresce mais noz-moscada e doses cavalares de lavanda. Não para por aí, imagine que essas matérias anteriores foram trocadas por outras de altíssima qualidade e naturalidade e sem perder a potência e fixação do Asad Lattafa à medida que se torna mais versátil que o próprio árabe. Elegante, versátil, oriental e agradabilidade maior 100000/10.
Um Asad turbinado e ainda mais refinado. O frasco é impecável, com uma tampa metálica pesada e muito bem trabalhada, transmitindo excelente qualidade e presença. A fragrância segue a mesma proposta do Lattafa Asad, porém com uma sensação de maior qualidade, além de apresentar fixação e projeção superiores. A abertura é bem especiada, destacando notas de noz-moscada e cardamomo, acompanhadas por um leve toque picante que lembra o próprio Asad. Aqui, no entanto, a saída parece um pouco mais quente e envolvente. Na evolução, surgem especiarias combinadas com um toque elegante de lavanda, que equilibra a composição e traz um contraste muito agradável entre frescor e calor. A base se desenvolve com nuances ambaradas e amadeiradas, criando uma assinatura marcante. A fragrância lembra bastante o DNA do Dior Sauvage e do próprio Lattafa Asad, porém com um perfil mais quente, mais sedutor e intenso. É uma verdadeira bomba em termos de projeção e presença, com ingredientes que aparentam ótima qualidade. De modo geral, todos os perfumes que testei da Aurora Scents demonstraram um nível muito bom de qualidade. A marca parece ter chegado com força, e o Pharaoh Aurora Scents é um excelente exemplo disso.
Para quem busca uma fragrância que exale poder, mistério e autoridade, esse perfume é a opção certa. Pharaoh faz jus ao nome: é o perfume de quem governa o ambiente. A abertura é um soco de especiarias quentes — noz-moscada, cardamomo e muita canela. No coração, a lavanda traz um toque limpo e refinado, equilibrando a intensidade antes de dar lugar a uma base ultra-sofisticada de patchouli (adoro), vetiver do Haiti, sândalo e âmbar. É amadeirado, cremoso e levemente adocicado sem jamais ser enjoativo. Inspiração? Para quem busca uma referência, o Pharaoh caminha na mesmíssima vibe de designer como Sauvage Elixir (Dior) e Layton (Parfums de Marly). Tem aquela densidade especiada e sedutora que grita "perfume caro". Na minha pele a projeção foi de umas 2 horas (domina o ambiente, portanto, moderação). A fixação é alta: umas 10 horas. E o rastro, também, é marcante. Por isso, é facilmente um perfume candidato a se tornar assinatura, mesmo se você não quiser, pois será notado. Creio que esta fragrância terá um desempenho cada vez melhor quanto mais frio estiver formando um paradoxo simbólico curioso, já que associamos os Pharaohs ao Egito, que é um calorão cruel.
Talvez seja o especiado fresco com DNA de oriente médio mais usável e versátil para o calorão do Brasil para amantes do Sauvage Elixir, simplesmente apaixonado por esse perfume! Muito sofisticado, me parece bem limpo pelo frescor da lavanda apesar das especiarias como noz moscada e cardamomo, percebo acordes frutados e frescos que não constam na pirâmide, o perfume ULTRA agradável e fácil de usar. Não sinto quase a nota de canela. A Aurora Scents fez uma alquimia aqui: A de unir um perfume na proposta do Asad Lattafa onde à medida que retira a pimenta preta carregada e pontiguada de narizes sensíveis, o ambar quente, o tabaco e a baunilha, ela acresce mais noz-moscada e doses cavalares de lavanda. Não para por aí, imagine que essas matérias anteriores foram trocadas por outras de altíssima qualidade e naturalidade e sem perder a potência e fixação do Asad Lattafa à medida que se torna mais versátil que o próprio árabe. Elegante, versátil, oriental e agradabilidade maior 100000/10.